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domingo, 18 de outubro de 2009

HIPERTENSÃO ARTERIAL



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A doença leva até 15 anos para ser descoberta. Enquanto isso, vai minando a sua saúde. Confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre.


O que torna a pressão alta tão perigosa é a dificuldade em se reconhecer sua causa, principalmente porque mais de um fator pode estar envolvido no mau funcionamento do sistema de irrigação sangüínea. Segundo Décio Mion, do Hospital das Clínicas de São Paulo, em mais de 90% dos casos, o distúrbio está relacionado de uma só vez à herança genética, má alimentação (abuso de sal e gordura), consumo excessivo de álcool, tabagismo e peso extra. Por isso se manifesta geralmente na fase adulta e, dependendo do grau de elevação e do empenho do doente para ter uma saúde mais equilibrada, pode regredir com adoção de melhores hábitos.

O que torna a pressão alta tão perigosa é a dificuldade em se reconhecer sua causa, principalmente porque mais de um fator pode estar envolvido no mau funcionamento do sistema de irrigação sangüínea. Segundo Décio Mion, do Hospital das Clínicas de São Paulo, em mais de 90% dos casos, o distúrbio está relacionado de uma só vez à herança genética, má alimentação (abuso de sal e gordura), consumo excessivo de álcool, tabagismo e peso extra. Por isso se manifesta geralmente na fase adulta e, dependendo do grau de elevação e do empenho do doente para ter uma saúde mais equilibrada, pode regredir com adoção de melhores hábitos.


O que é Pressão Arterial?

O coração bombeia o sangue para os demais órgãos do corpo por meio de tubos chamados artérias. Quando o sangue é bombeado, ele é "empurrado" contra a parede dos vasos sangüíneos. Esta tensão gerada na parede das artérias é denominada pressão arterial.


O que é hipertensão?

A hipertensão arterial ou "pressão alta" é a elevação da pressão arterial para números acima dos valores considerados normais (140/90mHg). Esta elevação anormal pode causar lesões em diferentes órgãos do corpo humano, tais como cérebro, coração, rins e olhos. Outro tipo de hipertensão menos comum é chamada de hipertensão arterial secundária e poderá ser controlada através de tratamento médico especifico.


Como a pressão arterial se altera durante o dia?
A pressão arterial varia durante o dia dependendo da sua atividade. Ela aumenta quando você se exercita ou quando está excitado e diminui quando você está relaxado ou quando dorme. Até mesmo a postura - sentado ou em pé - influencia a pressão arterial. Este é o motivo pelo qual os médicos devem aferir várias vezes a pressão arterial para firmarem corretamente o diagnóstico de hipertensão arterial.


O que significa a medida da pressão arterial?
Quando sua pressão arterial é medida, dois números são anotados, tais como 140/90. O maior número, chamado pressão arterial sistólica, é a pressão do sangue nos vasos, quando o coração se contrai, ou bombeia, para impulsionar o sangue para o resto do corpo. O menor número, chamado pressão diastólica, é a pressão do sangue nos vasos quando o coração encontra-se na fase de relaxamento (diástole).


Porque a pressão arterial alta é um problema?
A maioria das pessoas não têm sintomas. Por isso é chamada de "doença silenciosa". Apesar da ausência de sintomas, pressão arterial elevada pode causar danos a seu corpo.


Como está sua pressão arterial?

O único meio de você saber é a checagem de sua pressão arterial por um profissional da área de saúde. Cada vez que você checar sua pressão arterial, anote no cartão de controle.


Dicas para controlar a pressão arterial
Se você tem pressão alta é importante trabalhar em conjunto com seu médico, planejando um programa de controle adequado.

l - Tome seus remédios regularmente, como prescrito. Caso você sinta algo diferente após a ingestão, informe ao médico.
2- Compareça ao consultório nas datas marcadas de controle de sua pressão, o que permitirá ao médico tomar as providências adequadas.
3- Caso o médico recomende, aprenda como medir sua pressão em casa. Peça-lhe que indique a aparelhagem necessária e lhe ensine a usá-la. Seria uma boa idéia algum familiar aprender também.


Controlando e Prevenindo a Hipertensão

Controle periodicamente sua pressão arterial.
Deixe de fumar.
Minimize o uso de álcool.
Mantenha seu peso ideal.
Faça exercícios físicos sob orientação médica.
Evite alimentos ricos em gorduras. Eles contêm grandes quantidades de colesterol, que é prejudicial à sua saúde.
Diminua o sal nos seus alimentos.
Evite a tensão. Enfrente melhor sua vida.
Diminua seu peso.




1 - CÉREBRO
A hipertensão costuma causar dois tipos de acidentes vascular cerebral (AVC), mais conhecido como derrame: o isquêmico, quando a pressão elevada favorece o entupimento de algum vaso e impede a irrigação do sangue no local; e o hemorrágico, se há rompimento de artérias, sangramento e formação de coágulos. Ambos podem provocar a morte ou seqüelas irreversíveis, como a paralisia de um lado do corpo e a dificuldade na fala. Também favorece o aparecimento de um tipo de demência provocada pela destruição gradual do tecido do cérebro, causada por uma seqüência de pequenos AVCs, menos graves que o isquêmico e o hemorrágico.

2 - OLHOS

As artérias que irrigam a retina (camada mais interna do olho, responsável pela visão) são muito finas e delicadas. Elas podem romper e levar à cegueira.


3 - CORAÇÃO


O mesmo mecanismo tende a lesar o órgão mais importante do corpo. Se um dos seus vasos fica comprometido, é provável que ocorra a angina (dor no peito, provocada pela falta de irrigação) e, conseqüentemente, o infarto. Além disso, com o tempo, é possível ocorrer uma insuficiência cardíaca: para vencer uma resistência maior das artérias, por conta do aumento da pressão, o coração precisa bater mais forte. Como se trata de um músculo, ele pode inchar aos poucos até chegar a um momento em que não conseguirá bombear sangue suficiente para suprir o seu tamanho. Então, entra em falência..


4 - RINS


Eles tanto tendem a provocar a hipertensão quanto sofrer com a doença. Isso porque fabricam hormônios (renina e angiotensina) responsáveis pela regulação da pressão arterial. A renina - em grande quantidade no organismo de hipertensos - estimula a produção de angiotensina que, por sua vez, facilita o estreitamento das artérias. Por outro lado, uma vez que a pressão está elevada, os rins ficam sem matéria-prima (sangue) para trabalhar e vão atrofiando, num processo chamado de nefroesclerose. Se chegar à insuficiência renal, o único recurso será a hemodiálise e o transplante.



5 - PÊNIS

O órgão pode ficar sem irrigação sangüínea. Como a ereção depende dela para ocorrer, a pressão alta pode levar à impotência sexual.



6 - PERNAS

Como não chega sangue suficiente aos músculos, eles ficam sem oxigênio. Isso provoca dor ao andar ou fazer exercício.

O aumento contínuo da pressão arterial faz com que ocorram danos nas artérias de diversas partes do organismo vivo. A Hipertensão Arterial é um fator de risco para Aterosclerose. Como qualquer artéria do corpo pode ser obstruída pela aterosclerose, praticamente todos os órgãos podem sofrer alterações decorrentes da hipertensão, sendo freqüentes:

no coração - o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), a miocardiopatia e a insuficiência cardíaca.Cardiopatia.
no cérebro - o Acidente vascular cerebral (AVC).
nos rins - insuficiência renal.
nos olhos - diminuição da visão e problemas na retina.Retinopatia.

CAUSAS


HAS primária. Na grande maioria dos casos a Hipertensão Arterial é considerada essencial, isto é, ela é uma doença por si mesma. Em 95%[carece de fontes?] dos casos a causa da doença é desconhecida. Nesses pacientes ocorre aumento da rigidez das paredes arteriais, fato que é favorecido pela herança genética em 70% dos casos. Por essa razão, é preciso verificar o histórico familiar do paciente, uma vez que, se seus pais ou parentes próximos são hipertensos, ele tem grandes probabilidades de desenvolver a doença.



AS secundária. Ocorre quando um determinado fator causal predomina sobre os demais, embora os outros possam estar presentes.
HAS por Doença do parênquima renal.
HAS Renovascular. HAS Renovascular é a provocada por algum problema nas artérias renais. De maneira reacional, o rim afetado produz substâncias hipertensoras. A correção do problema renal pode diminuir a pressão arterial.
HAS por Aldosteronismo primário.
HAS relacionada a Gestação.
HAS relacionada ao uso de Medicamentos.
HAS relacionada ao uso de Anti-concepcionais.
HAS relacionada ao uso de Corticosteróides.
HAS relacionada ao uso de Anti-inflamatórios.
HAS relacionada a Feocromocitoma. Feocromocitoma é um tumor que produz substâncias vasoconstrictoras que aumentam a pressão arterial, produzem taquicardia, cefaléia e sudorese. A retirada deste tumor pode diminuir a pressão arterial.
HAS relacionada

Outras causas:
- História familiar

Pessoas que têm familiares com pressão arterial elevada têm maior chance de serem hipertensas. Se for o seu caso comunique ao médico.


- Idade

Pressão alta ocorre na maioria dos casos em pessoas acima de 35 anos. O risco aumenta com a idade.


- Raça

A pressão alta é mais comum em pessoas de raça negra do que nas de raça branca.


- Sal

A ingestão excessiva de sal predispõe ao aumento da pressão arterial, por reter líquidos e dilatar o vaso sanguíneo.


- Obesidade

Pessoas com excesso de peso têm maior probabilidade de desenvolver a hipertensão. Procure saber qual é seu peso normal em relação a sua idade, altura e sexo e, se você estiver acima deste peso, consulte seu médico e nutricionista sobre um programa de exercícios e dieta adequada para uma perda gradual de peso.


- Diabetes

Pessoas com diabetes muitas vezes também sofrem de hipertensão. Esta combinação aumenta o risco de doenças cardíacas e renais.


- Abuso de álcool

Estudos demonstraram que o abuso de álcool pode estar associado à pressão alta. O significado de "abuso" pode diferenciar de pessoa para pessoa, dependendo do peso, hábitos alimentares e hereditariedade. De qualquer maneira recomenda-se moderação.


- Vida sedentária

Um estilo de vida sem exercícios regulares aumenta a probabilidade de excesso de peso, significando um fator de risco para o desenvolvimento da hipertensão.


- Cigarro

O hábito de fumar é um fator de contribuição para elevar a pressão arterial.



TRATAMENTO


Nos casos que necessitam de medicamentos, são utilizadas várias classes de fármacos, isolados ou associados. Entre outras possibilidades à disposição dos pacientes sob prescrição médica, encontram-se:

Diuréticos
Inibidores do sistema nervoso simpático
Drogas de ação central
Drogas de ação intermediária
Bloqueadores ganglionares
Bloqueadores pós-ganglionares
Drogas de ação periférica
Antagonistas alfa adrenérgicos
Antagonistas beta adrenérgicos
Inibidores de endotelina
Antagonistas dos canais de cálcio
Inibidores da enzima conversora da angiotensina II
Antagonistas do receptor AT1 da angiotensina II
Vasodilatadores diretos
Nitratos

SINAIS E SINTOMAS


O principal sinal da doença , é uma elevação persitente da pressão arterial . A hipertensão arterial, por si só , não costuma causar sintomas , por isso , é conhecida como a "matadora silenciosa" .
Sintomas com dor de cabeça , mal estar , tonturas e sangramento nasal não apresentam uma boa correlação com níveis elevados da pressão arterial . Muitas vezes , o diagnóstico de hipertensão arterial é realizado apenas na vigência de complicações cardiovasculares .




TABELA (CRIANÇAS E ADOLESCENTES)

Os valores dos percentis 90 e 95 da pressão arterial para cada faixa etária são normalizados para o percentil da estatura da criança e adolescente.

Menores que o percentil 90 Normal
Entre os percentis 90 e 95 Normal Limítrofe
Maiores que o percentil 95 Hipertensão Arterial



CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Alguns ezemplos:

Plano de cuidados direcionado para o autocuidado dos pacientes portadores de HAS
Manter o paciente calmo
Verificar sinais vitais com ênfase em PA
Controle de diurese
Manter boa visibilidade do tórax para que se possa observar a expansão durante a ventilação
Monitorização da saturação de o2
Observar, comunicar nível de consciência
Observar , comunicar aceitação de dieta
Administrar medicamento prescrito, avaliar seus efeitos
Incentivar o paciente a seguir a terapia
Avaliar a TA regularmente
Fornecer informações sempre ao paciente referente aos procedimentos
Registrar tudo.




Fonte:
http://cipa.inatel.br/cipa/informativos/o-que-e-pressao-arterial.html

sábado, 17 de outubro de 2009

CALCULADORAS

CÁLCULO DO RISCO DE CÂNCER DE MAMA


http://boasaude.uol.com.br/tools/cancer_mama/


CÁLCULO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA


http://boasaude.uol.com.br/tools/freq_card/



CÁLCULO DO ÍNDICE DE RISCO CARDÍACO


http://boasaude.uol.com.br/especiais/coracao/calculadora.cfm



CÁLCULO PARA PREVENIR CÂNCER DE PELE


http://boasaude.uol.com.br/tools/cancer.cfm



CÁLCULO DA SÚPERFÍCIE CORPORAL


http://boasaude.uol.com.br/tools/superficie-corporal/



CÁLCULO PARA GANHO DE PESO DURANTE A GRAVIDEZ


http://boasaude.uol.com.br/tools/weight.cfm



CÁLCULO PARA O ÍNDICE DE MASSA CORPORAL


http://boasaude.uol.com.br/tools/bmicalc.cfm



CÁULCULO PARA NECESSIDADES CALÓRICAS


http://boasaude.uol.com.br/tools/calorias_fem


CÁLCULO DO PLANEJAMENTO DE FERTILIDADE


http://boasaude.uol.com.br/tools/ovcal.cfm


OBS: Esta é uma calculadora mais geral, que não se aprofunda nas variações étnicas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

TÉCNICA DA LAVAGEM DAS MÃOS


HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS




Importante


Antes de iniciar qualquer uma dessas técnicas, é necessário retirar jóias (anéis, pulseiras, relógio), pois sob tais objetos podem acumular-se microrganismos.

• No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel-toalha.

• O uso coletivo de toalhas de tecido é contra-indicado, pois estas permanecem úmidas, favorecendo a proliferação bacteriana.

• Deve-se evitar água muito quente ou muito fria na higienização das mãos, a fim de prevenir o ressecamento da pele.


A lavagem de mãos é tradicionalmente o ato mais importante para a prevenção e o controle das infecções hospitalares . foi comprovada sua importância por Semmelweiss e merecido atenção das publicações clássicas mais importantes sobre infecções hospitalares. Semmelweiss, reduziu as taxas de infecções puerperais através do ato de lavagem das mãos com solução germicida, antes do atendimento a partos, em 1848.
A lavagem das mãos é o simples ato de lavar as mãos com água e sabonete, visando à remoção de bactérias transitórias e algumas residentes, como também células descamativas, pêlo, sujidades e oleosidade da pele e é utilizada em áreas não críticas.

Finalidades


• Prevenir infecções;

• Evitar contaminação;

• Manter a higiene pessoal;

• Não contaminar outras pessoas.


Flora transitória


• Microrganismos isolados ocasionalmente na pele que são rapidamente removidos pela lavagem ou anti‐sepsia das mãos.
• Exemplos: alguns gram‐negativos, tais como Escherichia coli


Flora residente

• Microrganismos persistentemente isolados da pele da maioria das pessoas. Eles são de mais difícil remoção e é necessária a fricção vigorosa durante a lavagem das mãos.

• Exemplos: Staphylococcus coagulase‐negativos, Corynebacterium sp, Acinetobacter sp, Propionibacterium e alguns membros da família Enterobacteriaceae.


Tipos de lavagens das mãos


• LAVAGEM COMUM

– remoção de sujidade e redução da flora transitória

• ANTI‐SEPSIA

– remoção e destruição de flora transitória

• ANTI‐SEPSIA ‐ PREPARO CIRURGICO

– remoção, destruição da flora transitória e redução da flora permanente


Secagem das mãos


• Não usar toalhas de tecido de rotina onde há atendimento a pacientes.

• Utilizar compressas esterilizadas no preparo cirúrgico.

• Secagem com ar quente. Apesar de menor número de microorganismos, o processo é ruidoso e demorado, além de levantar sujeira do piso.

• Toalhas de papel. A qualidade é importante para que não solte partículas.

O papel pode ser reciclado apenas se garantida a ausência de microorganismos pelo processo de tratamento.

• Cuidar o local de colocação do suporte.

• A limpeza do suporte de toalha também deve ser sistemática.
 
 
Tipos de anti‐sépticos


• ÁLCOOL(60% A 90%): etílico, n‐propílico, isopropílico

• GLUCONATO DE CLOROHEXIDINA (0,5% c/álcool; 2%; 4%)

• IODO E IODÓFOROS (0,05%... 10%; 2%)

• TRICLOSAN(0,3%;1%;2%)

• PARA‐CLORO‐META‐XYLENOL
 
 
ANTI-SEPSIA CIRÚRGICA OU PREPARO PRÉ-OPERATÓRIO DAS MÃOS


Finalidade

Eliminar a microbiota transitória da pele e reduzir a microbiota residente, além de proporcionar efeito residual na pele do profissional.

As escovas utilizadas no preparo cirúrgico das mãos devem ser de cerdas macias e descartáveis, impregnadas ou não com anti-séptico e de uso exclusivo em leito ungueal e subungueal.

Para este procedimento, recomenda-se:

Anti-sepsia cirúrgica das mãos e antebraços com anti-séptico degermante.

Duração do Procedimento: de 3 a 5 minutos para a primeira cirurgia e de 2 a 3 minutos para as cirurgias subseqüentes (sempre seguir o tempo de duração recomendado pelo fabricante).












A maioria das doenças poderiam ser evitadas com a simples lavagem correta das mãos. A maioria das pessoas não possuem esse hábito por falta de informação ou simplesmente por não acreditarem que suas mãos carregam milhões de microrganismos que possam causar doenças graves. Dedos e unhas acumulam microorganismos, entre vírus e bactérias, e podem transmitir desde uma gripe até doenças como as intoxicações e infecções alimentares transmitidas por alimentos manipulados por pessoas com as mãos contaminadas.

Mas, quando devemos lavar as mãos? Dicas:

- Após utilizar o banheiro, fumar e espirrar
- Após tocar seus cabelos, rosto ou roupas
- Antes e após comer, beber ou manipular alimentos
- Após mexer com lixo
- Toda vez que mudar de tarefa - indo de uma coisa a outra
Mas como fazer corretamente?
- Molhe suas mãos com água potável corrente
- Passe sabão líquido e esfregue entre os dedos, nas costas das mãos, punhos e sob as unhas. Lave por, pelo menos, 20 segundos
- Seque as mãos. Use folhas de papel descartáveis ou secador de mãos elétrico
- Use uma toalha de papel quando fechar a torneira e tocar a maçaneta de portas (banheiro) para evitar novamente a contaminação.
Importante


Fonte:
https://sites.google.com/site/enfglauco/
http://www.fef.br/noticias/ver.php?notid=71&catid=4
http://4.bp.blogspot.com/_6RQeZmwLsEQ/SgIZVsmtSMI/AAAAAAAAA0M/bQ1jUMAJ-cE/s400/hm.bmp

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

CLIMATÉRIO


O climatério se apresenta como fenômeno fisiológico decorrente do esgotamento dos folículos ovarianos que ocorre em todas as mulheres. É mais uma fase na vida da mulher, o climatério é definido pela Organização Mundial da Saúde como uma fase da vida biológica e não compreende um processo patológico, é uma transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo da vida da mulher. A menopausa um marco dessa fase, correspondendo ao último ciclo menstrual, somente reconhecida depois de passados 12 meses da sua ocorrência e acontece geralmente em torno dos 48 aos 50 anos de idade.



O climatério não é uma doença e sim uma fase natural da vida da mulher e muitas passam por ela sem queixas ou necessidade de medicamentos. Têm sintomas que variam na sua diversidade e intensidade. No entanto, em ambos os casos, fundamental que haja, nessa fase da vida, um acompanhamento sistemático visando ,promoção da saúde, o diagnóstico precoce, o tratamento imediato dos agravos e a prevenção de danos.



Os profissionais de saúde que atendem a clientela feminina devem cuidar para que haja a maior efetividade possível. Os serviços de saúde precisam adotar estratégicas que evitem a ocorrência de oportunidades perdidas de atenção ,mulheres no climatério. Isto é evitar ocasiões em que as mulheres entram em contato com os serviços e não recebem orientações ou ações de promoção, prevenção e ou recuperação, de acordo com o perfil epidemiológico deste grupo populacional.


GESTAÇÃO NO CLIMATÉRIO




Atualmente, muitas mulheres, com relação estável ou não, têm optado por ter filhos após os 35 anos, embora este período coincida com o declínio da fertilidade, devido ao envelhecimento natural dos ovários. O potencial reprodutivo da mulher diminui gradativamente após a terceira década de vida, mesmo que a função ovariana permaneça até a menopausa. Porém, a ocorrência de amenorréia, inclusive nesta fase, impõe a realização de um teste de gravidez quando o casal não estiver utilizando um método contraceptivo seguro.



No climatério a possibilidade de ocorrência de gestação é menor, há uma maior incidência de abortamentos e de malformações congênitas, que refletem o envelhecimento e diminuição da qualidade do óvulo, o que acontece gradual e naturalmente com a idade. Além disto, com o passar do tempo, aumenta a possibilidade de desenvolvimento de infertilidade em decorrência de doenças ginecológicas, como as infecções pélvicas e a endometriose. Na ocorrência da gestação, os riscos maternos a partir dos 35 nos incluem a maior possibilidade de desenvolvimento de agravos como hipertensão arterial e Diabetes mellitus – o que é mais prevalente nas mulheres negras - relacionadas à predisposição individual e ao processo metabólico próprio do envelhecimento, agravadas pela condição da gestação, imprimindo um risco de morbidade e mortalidade maior à mulher.



A indicação de investigação de infertilidade em uma mulher após os 35 anos ocorre após 6 meses de tentativas para engravidar. Além de uma história clínica bastante cuidadosa na busca de etiologias possíveis, procede-se à análise da ocorrência de ovulação e da integridade e permeabilidade uterina e tubárea e do espermocitograma do parceiro.



A reserva ovariana de uma mulher se refere ao número de folículos primordiais presentes nos ovários naquele momento, relacionada diretamente com seu potencial reprodutivo, diminuindo mensalmente até a ocorrência da menopausa. O valor preditivo da idade, hereditariedade, número de gestações a termo anteriores e idade da menarca é limitado na estimativa sobre as chances de gestação e de resposta aos tratamentos que envolvam indução de ovulação, devendo ser pesquisados outros parâmetros que avaliem o potencial reprodutivo. São necessários outros testes para análise da reserva ovariana como parâmetros para avaliação do potencial reprodutivo, como a dosagem do FSH e do Estradiol no 3°dia do ciclo, a relação FSH/LH e o teste do clomifeno. A avaliação ultrassonográfica do aparelho genital, principalmente do aspecto e volume ovariano,também pode contribuir no diagnóstico de infertilidade.



Quando a etiologia da infertilidade é encontrada, procede-se ao tratamento específico. Para casos de infertilidade tubárea, peritoneal e sem causa aparente, procedimentos de reprodução assistida são, após os 37anos, a primeira escolha de tratamento.



As principais alternativas reprodutivas no climatério se referem a melhorar a qualidade do ovócito das mulheres, através de várias técnicas, a seguir:



• Transferência de Citoplasma: Propõe injeção de citoplasma de ovócitos jovens (de doadoras férteis) em ovócitos de pacientes inférteis, sendo melhor o resultado em mulheres de comprovada baixa fecundidade.



Ovodoação: Consiste na utilização de ovócitos de uma doadora jovem para fertilização pelos espermatozóides do parceiro da receptora, quando esta é infértil. No climatério, onde a reserva ovariana é diminuída, esta é, atualmente a melhor opção, no entanto, este procedimento precisa ser muito bem entendido e aceito pelo casal, pois envolve a carga genética de outra mulher.



• Criopreservação de ovócitos e tecido ovariano: É uma técnica desenvolvida para manter a função reprodutiva das mulheres que necessitam fazer quimioterapia, radioterapia, cirurgia pélvica radical ou mesmo preservar a fertilidade permitindo assim que as mulheres submetidas a tratamento oncológico ou que desejem postergar a concepção, possam dispor de seus ovócitos, sem prejuízo à qualidade.



Em frente às dificuldades reprodutivas no climatério todas as opções indicadas devem ser consideradas, no aconselhamento, planejamento e acompanhamento das mulheres que desejarem gestar em idades mais avançadas, respeitando os princípios éticos e considerando as possíveis repercussões físicas e psicológicas.


SINAIS E SINTOMAS



Durante o climatério, ocorrem sintomas desagradáveis, como os que seguem:

Fogachos (ondas de calor) que, freqüente, estão associados a suores intensos e, às vezes, a tonturas e palpitações.


Suores noturnos, que fazem a mulher acordar à noite, prejudicando-lhe o sono.

Depressão e irritabilidade, que podem ser agravadas por problemas domésticos e no trabalho.

Alterações nos órgãos sexuais, como por exemplo, coceira e secura vaginal, que causam dor e desconforto durante as relações sexuais.

Diminuição do tamanho das mamas e perda de sua firmeza.

Perda de elasticidade da pele, principalmente da face e a do pescoço.

Além disso, a longo prazo, a falta de hormônios femininos leva a outras alterações que não causam sintomas imediatos, mas que têm conseqüências graves, a saber:

Os ossos ficam mais porosos e frágeis (osteoporose), o que leva ao encurvamento da coluna (a chamada "corcunda da viúva") e ao aumento do risco de fraturas, principalmente nos quadris.

Aumentam as gorduras que circulam no sangue e que se depositam na parede das artérias, levando à aterosclerose, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares como infartos, "derrames" cerebrais e hipertensão.



TRATAMENTO


Todos os sintomas e as conseqüências da carência hormonal podem ser tratados, com a orientação médica, pela terapia de reposição hormonal, ou seja, a substituição dos hormônios, que antes eram produzidos pelos ovários, por hormônios administrados através da pele (adesivos transdérmicos), por via oral (comprimidos) e, mesmo, por injeções intramusculares ou por cremes vaginais.



A administração de hormônios em comprimidos por via oral é a forma mais antiga utilizada na prática clínica. Modernamente, vem-se utilizando a via transdérmica com a mesma finalidade. Os sistemas transdérmicos são constituídos por adesivos colocados sobre a pele, que liberam diretamente para o sangue o estrogênio e o progestogênio, ou seja, os hormônios que deixaram de ser fabricados pelo ovário.



Como não há passagem inicial pelo fígado, as doses transdérmicas utilizadas são muito menores (12 vezes menor, no caso do estrogênio) do que quando se compara com as doses necessárias dos medicamentos orais. Além disso, os hormônios são liberados para a corrente sangüínea através da pele, de forma constante, gradual e uniforme, da mesma maneira como ocorre quando os ovário estão funcionando.



Por isso, esse método é considerado "fisiológico", pois se assemelha à fisiologia normal do ovário. Os sistemas de adesivos sã trocados só a cada 3 ou 4 dias, permitindo maior comodidade no tratamento. Os cremes vaginais são muito úteis no tratamento dos sintomas locais (por exemplo, secura vaginal), mas não têm efeito no restante dos sintomas. Já os medicamentos injetáveis, praticamente não são mais utilizados.



A melhor forma de tratamento, no entanto, deve ser indicada pelo médico. Nunca inicie um tratamento para o climatério ou qualquer outro tipo de tratamento, por indicação de amigos ou parentes. A decisão final sobre o melhor tipo de tratamento depende sempre da opinião do médico.


RESULTADOS DO TRATAMENTO



Depois de iniciado o tratamento com hormônios (terapia de reposição hormonal), as ondas de calor e os distúrbios do sono começam a diminuir, dentro de duas ou três semanas. Os sintomas vaginais adversos também diminuem e o envelhecimento da pele é retardado. Quando a terapia de reposição hormonal se realiza no momento adequado, ela também pode prevenir o enfraquecimento dos ossos (osteoporose) e diminuir os riscos de infarto, pressão alta e "derrames" cerebrais. A terapia de reposição hormonal "combinada" (que associa a administração de estrogênio com progestogênio), indicada para mulheres com útero intacto, pode causar um sangramento a cada ciclo, justamente por simular o funcionamento normal dos ovários.



Esse sangramento assemelha-se a uma pequena menstruação, prevenindo que o útero venha a desenvolver hiperplasia endometrial



SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

• A promoção da saúde ocorre por meio da instituição de medidas para incorporar hábitos saudáveis na rotina dessa população, visando melhorar a qualidade de vida imediata, evitando assim que possam surgir doenças ou acentuar-se no climatério e na velhice. Entre as ações de promoção da saúde aplicadas ao climatério estão a adoção da alimentação saudável, estimulo a atividade regular, implementação de medidas antitabagistas e para o controle do consumo de bebidas alcoólicas, os cuidados quanto ao tempo e a qualidade do sono, pele e outras recomendações de auto cuidado, como exame da mama, atividades psicoeducativas etc...

Instruções que devem ser apresentadas as pacientes com suspeita de sintomas referentes ao climatério, no momento da triagem. Alguns exemplos...


Problema: ANSIEDADE
Diagnóstico de enfermagem:Fadiga relacionado a ansiedade, caracterizado por libido comprometido
Assistência de enfermagem:
a) Esclarecer sobre as alterações da menopausa e descrevê-lo como um período normal na vida de uma mulher
b) Orientar quanto à diminuição das atividades que levam o estresse
c) Proporcionar um ambiente seguro, confortável, agradável
d) Organizar encontros com parceiros abordando o tema para melhor esclarecimento
e) Encaminhar ao profissional específico, caso os sintomas sejam agravados.


Problema:FOGACHOS
Diagnóstico de enfermagem:Termorregulação ineficaz relacionado ao envelhecimento, caracterizado por flutuações na temperatura corporal acima ou abaixo dos parâmetros normais.
Sistematização de enfermagem:
a) Orientar quanto ao uso de roupas livres
b) Esclarecer que as alterações de temperatura fazem parte desse período da vida da mulher
c)Orientar a realização de banho mais vezes ao dia.
Problema: GANHO DE PESO
Diagnóstico de enfermagem:Risco de nutrição desequilibrada: mais do que as necessidades corporais relacionando a comer em resposta a estímulos internos que não fome (p. ex. ansiedade).
Sistematização de enfermagem:
a) Orientar quanto à necessidade ou exercícios físicos com regularidade
b) Orientar para uma dieta nutritiva e o controle de peso aumentarão o bem estar físico e emocional
c) Encaminhar a nutricionista para controle de dieta e peso
d) Atentar para o cumprimento das orientações nutricionais
e) Encaminhar ao setor de psicologia para apoio.

Problema:INSÔNIA
Diagnóstico de enfermagem:Privação do sono relacionado a mudanças de estágios de sono relacionadas ao envelhecimento, caracterizado por ansiedade, irritabilidade
Sistematização de enfermagem:
a) Realizar atividades menos estressantes no período próximo ao repouso
b) Manter o ambiente tranqüilo, livre de ruídos que possam interferir
c) Atentar para repetição do quadro de insônia com freqüência
d) Encaminhar ao médico para suporte medicamentoso, se necessário.

Problema:ESTRESSE
Diagnóstico de enfermagem:Síndrome do estresse por mudança relacionado a isolamento, caracterizado por medo.
Sistematização de enfermagem:
a) Estimular atividades que proporcionem prazer
b)Incentivar o auto-cuidado, valorizando a auto-estima
c)Proporcionaro envolvimento em atividades externas como benefício na redução da ansiedade e tensão.

Problema:ISOLAMENTO
Diagnóstico de enfermagem:Interação social prejudicada
relacionada a processos de pensamento perturbados, caracterizado por comportamentos de interação social malsucedidos
Sistematização de enfermagem:
a) Promover eventos na comunidade com assuntos direcionados ao climatério para esclarecimentos sobre o assunto
b) Descrever essa fase da vida como marcada por potencial de conhecimento intelectual pessoal e de comprometimento e iniciação em novas atividades
c) Inferir as alterações que freqüentemente ocorrem na meia vida: afastamento dos filhos,envelhecimento, dependência dos pais, possível perda de parentes e outros.

Problemas:DISFUNÇÃO SEXUAL
Diagnóstico de enfermagem:Padrões de sexualidade Ineficazes relacionados a relacionamento prejudicado com uma pessoa significativa, caracterizado por dificuldades relatadas nas atividades sexuais.
Sistematização de enfermagem:
a) Esclarecer que a atividade sexual freqüente ajuda a manter a elasticidade da vagina
b) Orientar quanto ao uso de lubrificantes diminuindo o desconforto, evitando a dispareunia (relação sexual dolorosa)
c) Orientar quanto ao tono diminuído da musculatura perineal, encorajando a praticar exercícios perineais como parasse a micção:manter por 5-10 segundos e soltar:repetir com freqüência

CASO CLÍNICO
mulher de 52 anos se apresenta com queixas de ondas de sudorese e irregularidades menstruais. Sempre teve ciclos menstruais regulares, até uma ano atrás, quando se tornaram gradualmente irregulares. A sudorese, geralmente, ocorre à noite, acordando-a. A paciente não toma medicamentos. Teve dois filhos de parto normal e nunca foi submetida a nenhuma cirurgia. Exame físico normal.

A concentração de hormônio folículo estimulante (FSH) é de 15 mU/ml (normal, 5 a 20 mU/ml).

Fonte:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

EDEMA AGUDO DO PULMÃO





É o acúmulo de fluidos nos espaços alveolares e intersticiais dos pulmões. O edema pulmonar está quase sempre associado a insuficiência cardíaca aguda ou crônica (ICC). O diagnóstico do EAP é clínico e suas manifestações são dependentes do grau de líquidos acumulados nos pulmões.

CAUSAS:

Nos pulmões , as trocas gasosas do sangue , ocorrem entre os capilares pulmonares ( pequenos vasos ) e os alvéolos . No edema agudo de pulmão , ocorre um acúmulo anormal de líquido nos pulmões ( conegestão pulmonar ) , por um aumento da pressão sanguínea nesses capilares ( hipertensão venocapilar pulmonar ) , acarretando um deslocamento de líquido do sangue , para o interstício e , depois , para os alvéolos pulmonares .

No edema agudo de pulmão , o paciente literalmente " afoga-se com o seu próprio sangue ” . O sangue oxigenado nos pulmões , chega ao coração através do átrio esquerdo , passa pela válvula mitral , atingindo em seguida , o ventrículo esquerdo ( câmara cardíaca que bombeia o sangue para fora do coração , em direção ao cérebro e o restante do nosso organismo ) .

Um estreitamento da válvula mitral ( estenose mitral ) , pode levar a uma congestão pulmonar e ao edema agudo de pulmão . No entanto , a causa mais comum do edema agudo de pulmão é a disfunção do ventrículo esquerdo ( insuficiência ventricular esquerda ) , ou seja , uma incapacidade desta câmara em bombear o sangue para fora do coração .

Essa disfunção ventricular pode ser causada pela doença arterial coronariana ( presença de placas de gordura na parede das artérias do coração ) , em sua forma crônica ( cardiopatia isquêmica crônica ) ou aguda ( angina instável e infarto do miocárdio ). A disfunção ventricular esquerda ainda pode ter outras causas como : hipertensão arterial ( cardiopatia hipertensiva ), doenças da válvulas cardíacas ( além da estenose mitral , a estenose aórtica , a insuficiência aórtica e a insuficiencia mitral de graus severos , podem cursar com edema agudo de pulmão ), doenças do músculo cardíaco ( miocardiopatias : dilatada , restritiva e hipertrófica ) , arritmias cardíacas e distúrbios da condução elétrica do coração ( situações que aceleram ou lentificam demasiadamente o batimento cardíaco ) , entre outras doenças cardíacas.

Em algumas situações , a infusão excessiva de líquidos , por exemplo , através de soro endovenoso , pode acarretar um quadro de edema agudo de pulmão.

Fonte:
http://portaldocoracao.uol.com.br/doencas-cardivasculares.php?id=591

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico se baseia fundamentalmente na exploração física do enfermo e a radiografia de tórax. É muito característica a auscultação pulmonar no qual se ouvem os chamados crepitantes húmidos, em ambas bases pulmonares, devidos à transudação do co nteúdo do capilar sanguíneo para o alvéolo. A radiografia de tórax é o estudo mais útil para o diagnóstico do edema agudo de pulmão e nos mostra a presença de líquido no espaço pulmonar, em ocasiões também se observa um aumento do tamanho do coração (cardiomegalia). Para completar o diagnóstico se realizará um electrocardiograma, que ajudará a identificar se existe uma cardiopatia de base que tenha desencadeado o quadro, e uma analise de sangue e urina.

QUADRO CLÍNICO:

. Taquipnéia;

. Taquicardia;

. Palidez

. Sudorese

. Cianose

. Ortopnéia

. Tosse com expectoração branca ou rósea espumosa;

. Respiração superficial e ruidosa;

. Dispnéia;

. Paciente apresenta fáceis de angustia;

. Hipertensão


TRATAMENTO:


Objetivo: Reduzir o fluxo sangüíneo para o coração e aumentar a função ventilatória.


MEDICAMENTOS:


- Diuréticos – Furosemida (Lasix), Reduzir o volume intravascular;

- Digital – Lanosídeo (cedilanide);

- Morfina – Meperidina, abranda a ansiedade e diminui a taquipnéia, Reduz o retorno venoso;

- Aminofilina – Reduzir o broncoespasmo;


CUIDADOS DE ENFERMAGEM


Dieta: Restrição de sal e restrição de hídrica;

Elevação do débito com os membros inferiores pendentes;

Administração de oxigênio úmido, manter a permeabilidade das vias aéreas;

Auxiliar na intubação orotraqueal, caso seja necessário e aspiração;

Viabilizar acesso venoso;

Administrar medicamentos conforme prescrição médica;

Verificar SSVV;

Manter carro de urgência próximo ao leito do paciente;

Realizar controle hídrico;

Observar diurese e oferecer material para drenagem urinária (papagaio, comadre) após administração do diurético;

Apoio psicológico.

CASO CLÍNICO

•Mulher de 76 anos está hospitalizada Na unidade de terapia intensiva por edema agudo de pulmão. Ela faz uso de diltiazem de ação prolongada e hidroclortiazida, para tratamento de hipertensão arterial sistêmica, e apresenta história de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), para a qual utiliza ipratrópio bromida e albuterol. Seu último eletrocardiograma, feito há dois meses, mostrou ritmo sinusal.
•Ao exame físico, obesa, com pulso de 175 bpm e irregular, freqüência respiratória de 29 mrm e PA 90/60. Pressão venosa centra de 20 cm de H2O. A ausculta pulmonar revela crepitações. A palpação do ictus, mostra-se localizado no sexto espaço intercostal esquerdo, na linha axilar anterior, com aproximadamente 3 cm de extensão. Levantamento paraesternal, Ausculta cardíaca – presença de terceira bulha (B3) e sopro sistólico de insuficiência mitral 2+/6+, no foco mitral.
•Uma radiografia de tórax mostrou cardiomegalia global e edema pulmonar. O eletrocardiograma mostra sobrecarga ventricular e fibrilação atrial com freqüência ventricular de 165 a 180 bpm.


fonte:
Desenvolvido pela enfermeira Ana Cristina de Araújo Andrade, Mestre da Escola de Enfermagem de Natal - UFRN e enfermeira do Hospital Universitário Onofre Lopes - UFRN.
1. TIMERMAN, A; SOUSA, J. E. M. R; PIEGAS, L. S. Urgências Cardiovasculares. 2ª Ed. Sarvier. São Paulo, 1996.
2. KNOBEL, E. Condutas no Paciente Grave. Ed. Atheneu, São Paulo. 1994.
http://www.pdamed.com.br/asspacgra/pdamed_0011_0021.php

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

EXAME FÍSICO

Obs: O exame físico céfalo-caudal ele é muito importante na rotina do enfermeiro, porém ele precisa ser totalmente completo na admissão do paciente, os outros dias em que o paciente estiver internado, será feito uma evolução objetiva no prontuário, descrevendo assim, o que realmente for necessário, desta forma o enfermeiro terá uma disponibilidade de tempo maior para outras funções.

Ex: paciente apresenta membro superior esquerdo íntegro, se apresenta íntegro, para que relatar novamente uma vez já relatado na admissão.

O exame físico é conceituado como processo de exame do corpo de um paciente, com o objetivo de determinar presença ou ausência de problemas físicos. O exame físico e compreendido em 4 fases seguidas que devem ser: Inspeção, palpação, percussão e ausculta.


A maioria dos pacientes com ansiedade e apreensão encara o exame físico com medo, pois tem receio do que o médico vai encontrar. Estudantes ficam apreensivos e inseguros no início, com medo de provocar desconforto ao paciente. Portanto, o estudante DEVE se preparar técnica e psicologicamente, cujo objetivo é ajudar o paciente. Sendo assim seja gentil, educado, calmo, competente e organizado, pode-se ainda continuar fazendo perguntas durante o exame físico, mantendo também o paciente informado sobre o que está fazendo ou o que irá fazer.

Posições:
Decúbito dorsal, decúbito ventral, decúbito latertal (direito e esquerdo), posição sentada e posição ortostática.

Importante:

Ambiente Deve ser tranqüilo ;


Assegurar a privacidade do cliente;


Lavar as mãos antes e depois;


Preparo psicológico; ajudar o cliente e subir a descer da mesa de exame;


Aquecer estetoscópio.

Auqecer as suas mãos


Explicar a finalidade do exame;


Ao examinar cada sistema orgânico, explicar com maior detalhe;


Deixar o cliente relaxado;


Nunca forçar o cliente continuar; adaptar uma velocidade do exame de acordo com uma tolerância física e emocional do cliente;


Acompanhar as expressões faciais do cliente;


Ao examinar as partes íntimas (caso o cliente Permita), manter uma terceira pessoa de preferência do mesmo sexo do cliente.



Instrumentos necessários para o exame físico

Esfigmomanômetro
Estetoscópio
Termômetro
Fita métrica
Lanterna
Ostoscópio
Oftalmoscópio
Algodão
Agulha
Abaixador de língua
Cálice graduado
Pupilômetro


Inspeção: Diz respeito a uma uma observação onde é realizada uma comparação entre os lados do corpo. É realizada uma Inspeção de cada área quanto ao seu tamanho, formato, coloração, simetria, posição e deformidades.


Palpação: O examinador utiliza as mãos para tentar enxergar aquilo que não é possível aos seus olhos. Ao aplicar uma pressão sobre uma determinada área corporal o examinador tenta identificar nódulos ou massas. Verificando sinais físicos específicos como resistência, elasticidade, rugosidade, textura e mobilidade.


Percussão: Consiste na produção de vibração e conseqüentes ondas sonoras através do batimento da superfície corporal diretamente ou indiretamente com um dos seus dedos. devido as densidades dos diferentes órgãos do corpo humano cada um deles filhos produz característicos identificados à percussão. São estes: timpanico, maciço e sub-maciço.

Estômago: Timpanismo
Fígado: Submacicez


Ausculta: Consiste na ausculta com a utilização de um estetoscópio.

Tipos de som:

◦ Som timpanico: Área de ar que contenha recoberta por uma membrana flexível - Caixa Vazia intestino, espaço de Traube (fundo do estômago). (elasticidade) Tambor-caixa vazia,.


◦ Som Maciço: Regiões desprovidas de ar - coxa, coração, fígado e baço. (acompanha-se de dureza e resistência) - Parede, bloco de madeira.


. Som submaciço: Variação do som maciço -presença de ar lhe dá uma característica peculiar - livro grosso, tórax pouco ar.


◦ Som claro pulmonar: som que se obtém quando se golpeia um tórax normal.


Os sons obtidos podem ser classificados quanto a intensidade, tonalidade e timbre - qualidades fundamentais do som. -livro grosso.



Fases do Exame Físico (Exame céfalo-caudal)


Oservação da aparência geral do cliente Sinais vitais (Temperatura, Pulso, Respiração e Pressão Arterial)
É importante verificar os pulsos: carotídeo,braquial, radial, femoral,tibial posterior,poplíteo,pedioso.


1-Pele:


Cianose Central -- Decorrente da inadequada oxigenação do sangue arterial nos pulmões. Correlaciona-se Diretamente Com um hipoxemia e hipóxia celular provocando uma coloração azulada que é melhor observada nos lábios, língua e mucosa oral.

Cianose periférica -- coloração azulada nas extremidades periféricas (Ponta dos Dedos).

Palidez -- Diminuição da cor devido a uma quantidade reduzida de oxihemoglobina, ou visibilidade reduzida da mesma resultante da diminuição do fluxo sanguíneo, geralmente provocada por anemia e choque respectivamente. Melhor observada na face, conjuntivas, leitos ungueais e palma das mãos.

Icterícia -- Aumento de depósito de bilirrubina nos tecidos - coloração amarelo-alaranjada.

Eritema -- Aumento da visibilidade da oxi-hemoglobina devido a dilatação ou fluxo sanguíneo aumentado. provocado por febre, trauma direto, rubor e ingestão de álcool, observado rosto e em locais onde há maior pressão de estrutura óssea contra uma superfície rígida.

Petéquia -- Manchas hemorrágicas puntiformes .Equimose - manchas hemorrágicas. Hematoma - manchas hemorrágicas em grande volume no local.

Edema -- Extravasamento de líquidos para o espaço intersticial. Trauma direto e comprometimento do retorno venoso são causas comuns de edema. È importante Avaliar o grau de fim de um edema estabelecer parâmetros de comparação, para isso é utilizado o sinal de cacifo. É realizada uma pressão com o polegar sobre a área avaliada por aproximadamente 5 segundos. A profundidade do cacifo é registrada da seguinte forma, utilizando uma escala de 1 a + 4.

Turgor -- Consiste na avaliação da elasticidade da pele. Para examinar o turgor cutâneo, uma prega da pele sob uma parte posterior do ante-braço ou área do externo é presa com uma ponta dos dedos e liberada. O enfermeiro uma observa facilidade com que a pele e movimenta e a velocidade com que retorna à sua posição normal. O fracasso da Pele em reassumir o seu contorno ou formato desidratação indica normal. Descamação - aparência de flocos tipo caspa. Escamação - aparência tipo escama de peixe.

2-Cabeça:

Crânio Macrocefalia -- crânio anormalmente grande
Microcefalia -- crânio anormalmente pequeno

Couro cabeludo


Inflamações (foliculites, abscessos)


Pediculose: lêndeas e piolhos


Sujidade, seborréia.


3 - Sobrancelha

Verificar a sua simetria


4 - Olhos


Pálpebras xantelasma -- lesões cutâneas da região palpebral provocadas pelo depósito de lipídeos na pele.


Blefarite ulcerativa -- Queda dos cílios blefarite não ulcerativa .


Crostas hordéolos - Infecção estafilocócica das glândulas palpebrais.


Exoftalmia -- Protrusão anormal de um ou de ambos os olhos fechamento das pálpebras ( Pálpebra caída).


Conjuntiva palidez (anemias)


Conjuntivite. esclerótica icterícia (Amarelão)


Pterígio (tecido carnoso que cresce sobre a córnea)


Pupila midríase - Diâmetro aumentado


Miose - Diminuído diâmetro



5 - Orelhas


Inspeciona-se as orelhas, o formato, analisando o tamanho, simetria e implantação.No canal auditivo observa-se uma presença de drenagem, cerume e corpos estranhos.


6 - Nariz


Serosas secreções -- fluidas, brancas muco purulentas - viscosas, amareladas


Observar o formato tamanho, coloração da pele e da mucosa, presença de deformidades, inflamação e desvio de septo


7 - Boca-Lábios


Cianose queilose - Das rachadura comissuras labiais


Queilite -- Rachadura na presença de pus


Língua saburrosa - Camada esbranquiçada que surge na ausência de mastigação por 24 horas)


Glossite - Vermelho vivo com uma sensibilidade alimentos quentes


Macroglossia -- Aumento da lingua global

Dentes


Inspeciona-se com o intuito de verificar a ausência de elementos e a qualidade dos dentes presentes

Faringe


Utilizando o abaixador de língua, é inspecionada a úvula e o palato mole Devem estar centralmente que à medida que o cliente fala AH, deve-se avaliar a presença de edema, ulceração ou inflamação.


8 - Pescoço

Observar-se a presença de nódulos massas, turgência de Jugulares e desvio de traquéia. Enfisematoso, Do barril, em tonel, globoso etc.

Ganglio occipital: Abaixo da proeminência occipital.


Ganglio retro-auricular: Abaixo do processo mastóide.


Gânglio pré-auricular: Frente ao ouvido.


Ganglio retro--faringianos: Abaixo do ângulo da mandíbula.


Ganglio submandibular: Abaixo da linha da mandíbula o média, entre mento E o Gângulo da mandíbula.


Ganglio sub--mentoniano: Abaixo do processo mentual da mandíbula.


Palpação da tireóide.


O examinador posiciona-se atrás ou a frente do cliente, que flexiona o pescoço para frente e lateralmente na Direção do lado que está sendo examinado, ao pedir que o cliente degluta o examinador sente com os dedos posicionados de cada lado da traquéia.


9 - Membros Superiores (D e E)


Verificar se a pele está íntegra, alguma Anormalidade, alguma fratura, Verificar as unhas se sugidade, Se estão quebradiças, perfusão Tisular está eficaz ou não, etc ..


10 - Tórax


Verificar as mamas; simetria.
Forma cifótico dsapateiro, infundibuliforme ou peito escavado em quilha, cariniforme ou peito de pombo, cifoescoliótico ou escoliótico

Começando da sua esquerda para a direita do PC.
FOTO 1
FOTO 2 globoso
FOTO 3 Cifótico
FOTO 4 Infundibuliforme
FOTO 5 Cariniforme
Mitral em Foco: na Sede do Ictus Cordis (5 º espaço intercostal, Esquerdo Linha
hemiclavicular).
Foco tricúspide: Na base do apêndice xifóide.
Pulmonar em Foco: 2 º Espaço intercostal Direito, linha paresternal.
Aórtico em Foco: 2 º Espaço intercostal esquerdo, linha paresternal.
Foco aórtico acessório (ponto de ERB): 3 º espaço intercostal esquerdo, linha
paresternal.


Bulhas cardíacas:

1 º bulha cardíaca (B1): corresponde Simultâneo ao fechamento das valvas
tricúspide e mitral. É melhor ouvida sem foco e sem foco mitral tricúspide, Ela mostrase
na sístole. TUM.
2 º bulha cardíaca (B2): corresponde Simultâneo ao fechamento das valvas
pulmonar e aórtica. É melhor ouvida sem foco pulmonar e foco aórtico. TA

Obs.: A abertura das valvas Só pode ser ouvida se estas estiverem lesadas.
Posição do paciente e examinador: Descoberto decúbito dorsal, cabeça apoiada em um travesseiro pequeno tórax,. Médico uma direita em pé ou sentado.

POSIÇÃO Outra: paciente sentado eo médico do lado direito do paciente em pé (para melhor ouvir a base do coração).

POSIÇÃO Outra: paciente em decúbito lateral esquerdo ea mão esquerda na cabeça. O médico em pé do lado direito

Fazer o exame da mama




11 - Pulmão


Respiração torácica respiração - Comum nas mulheres

Respiração abdominal e respiração tóraco-abdominal - Comum nos homens


Murmúrios vesiculares: São sons respiratórios normais, produzidos turbulência da entrada do ar e pelos alvéolos bronquíolos. São audíveis em todos os campos pulmonares.


Ruídos adventícios: São sons respiratórios anormais que se superpõem aos sosns respiratórios normais. Podem ser:


Crepitantes: Audíveis quando há abertura súbita das vias aéreas pequenas cheias de líquido. São mais audíveis durante uma inspiração e não desaparecem com uma tosse. Poden ser encontradas em pacientes com edema pulmonar, fibrose, bronquite, bronquiectasia e som pneumonia.O de uma crepitação pode ser produzido esfregando-se uma mecha de cabelo contra os dedos.


Subcreptantes: Assemelha-se ao rompimento de pequenas bolhas, podendo ser auscultados nenhuma final da expiração e início da inspiração, não se modificam com uma tosse. Indicativos de pneumonia bronquite, broncopneumonia.


Roncos: Ocorrem em conseqüência da passagem de ar pelas vias aéreas estreitadas, repletas de secreções ou líquidos. São mais audíveis durante uma expiração e se modificam com uma tosse.


Sibilos: São ruídos sussurantes, decorrentes da passagem do ar por vias aéreas estreitadas. Quando muito intensos podem ser audíveis sem estetoscópio. São Associados broncoconstricção uma asma, bronquite.


Atrito pleural: Decorrente de uma inflamação pleural filhos são do tipo Fricção causados por duas superfícies pleurais ressecadas que deslizam uma sobre a outra.


Cornagem: É uma respiração ruidosa causada por uma obstrução ao nível da laringe e / ou traquéia. Os Filhos timpânicos pueden ser, maciços, e submaciços


Ausculta pulmonar anterior


video

video

Ausculta pulmonar posterior

video

Nesse site vc terá como treinar a  ausculta cardíaca e pulmonar

http://www.virtual.unifesp.br/unifesp/torax/

12 - Abdômen

Nesse exame, como também em toda a parte do corpo, é necessário usar as técnicas de : Inspeção, palpação,percussão e ausculta .



Inspeção:

Observar a forma, abaulamento, retração, circulação colateral e localização da cicatriz umbilical.

Ausculta:

Através do estetoscópio detecta-se os ruídos peristálticos em toda extensão do abdôme e possibilita a avaliação de toda sua frequencia e características. Deve proceder a palpação e a percussão, pois testes podem alterar os sons intestinais;

Palpação superficial:

Utiliza-se as mãos espalmadas com as polpas digitais em movimentos rotativos e rápidos nas regiões do abdôme. Permite reconhecer a sensibilidade, a integridade anatômica e a tensão da parede abdominal.


Baço

Palpação profunda e percussão:

Posicione o paciente em decúbito lateral direito, mantenha-se à direita com o dorso voltado para a cabeceira da cama. Com as mãos paralelas fletidas em garra, deslize-as desde a linha axilar média E, hipocôndrio E até o epigastro. Esse órgão somente é palpável nas esplenomegalias resultantes de alterações patológicas. No entanto, na percussão dígito-digital pode ser percebida a borda superior do baço, inclusive, nos pequenos aumentos de volumes (06 cm2 ).

Intestinos

Palpação profunda:

Somente o ceco e o sigmóide são palpáveis devido à sua localização sobre o músculo psoas. Posicione-se à direita do paciente com as mãos paralelas fletidas em garra. Na expiração penetrar com as mãos ao nível da cicatriz umbilical até o músculo psoas. Deslizar as mãos obliquamente em direção à região inguinal direita. Se o paciente referir dor após essa manobra, poderá apresentar sinal de Blumberg positivo. Repita no lado esquerdo para palpação do sigmóide, indicando presença de fecaloma.Esofageana -- Tem a sensação de parada do bolo alimentar não esôfago

Fígado


Palpação profunda:

Deve-se permanecer à direita do tórax do paciente com o dorso voltado para sua cabeceira. Colocar as mãos paraleas com os dedos fletidos em garras, desde a linha axilar anterior deslizando cuidadosamente do hipocôndrio direito até o hipocôndrio esquerdo. Solicita-se ao paciente para inspirar profundamente pois, nesta fase, devido ao impulso diafragmático, o fígado desce facilitando a palpação da borda hepática.

Odinofagia -- Dor que surge com uma ingestão de alimentos. Localiza-se atrás do esterno.


Pirose -- Azia, queimação esofageana. Dor - Não depende do ato de ingerir. Ocorre sensação de opressão retroesternal irradiando para o pescoço, ombros e MMSS.


Regurgitação -- Volta do alimento ou secreções não contidas esôfago ou estômago à cavidade bucal.
Eructação -- Arroto Singulto - Soluço - contrações espasmódicas do diafragma.


Sialose, sialorréia ou ptialismo -- Produção excessiva de secreção salivar.


Hematêmese -- Vômito com sangue. Hemorragia digestiva alta - sangue vermelho vivo


Hemorragia digestiva baixa - Aspecto borra de café Aspecto fecalóide odor e - também indicar obstrução intestinal.

Epigastrica Dor -- Percebida na linha mediana, poucos centímetros abaixo do apêndice xifóide; contínua e intensa dor na parte alta do abdômen.


Abdômen flácido distendido,


13 - Genitália


Verificar alguma Anormalidade, presença de diurese e eliminações intestinais em pouca quantidade ou em grande. Ao examinar um Genitália (caso o cliente Permita), manter uma terceira pessoa de preferência do mesmo sexo do cliente. Caso um cliente não Permita ou por algum outro motivo que interfira o seu exame pode, assim você escrever: (SIC) que significa Informações colhidas Segundo.


14 - Membros inferiores (E e D)


Verificar pele íntegra, edema, unhas quebradiças, sugidade, perfusão tissular eficaz ou não.

planta do pé, Verificar se está ressecada, etc ..

Registrar Tudo.


Fonte:

http://www.youtube.com/watch?v=NCZCjJFYCUc&NR=1
http://www.youtube.com/watch?v=rBr7rFF6Ktk&feature=related
http://www.jf.estacio.br/popups/imagens/prevencao_mama.JPG
http://www.scribd.com/doc/3136779/tecnicas-de-enfermagem

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