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segunda-feira, 19 de abril de 2010

COMUNICADO

GALERA ESTOU EM ÉPOCA DE PROVA, POR ISSO ESTOU OFF DO BLOG, ASSIM QUE EU PUDER EU VOLTO.

PAISM ( PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER )




Em 1984, o Ministério da Saúde, atendendo às reivindicações do movimento de mulheres, elaborou o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), marcando, sobretudo, uma ruptura conceitual com os princípios norteadores da política de saúde das mulheres e os critérios para eleição de prioridades neste campo (Brasil, 1984).

O PAISM incorporou como princípios e diretrizes as propostas de descentralização, hierarquização e regionalização dos serviços, bem como a integralidade e a eqüidade da atenção, num período em que, paralelamente, no âmbito do Movimento Sanitário, se concebia o arcabouço conceitual que embasaria a formulação do Sistema Único de Saúde (SUS). incluía ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, englobando a assistência à mulher em clínica ginecológica, no pré-natal, parto e puerpério, no climatério, em planejamento familiar, DST, câncer de colo de útero e de mama, além de outras necessidades identificadas a partir do perfil populacional das mulheres.

Em 2003 teve início a construção da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher - Princípios e Diretrizes, quando a equipe técnica de saúde da mulher avaliou os avanços e retrocessos alcançados na gestão anterior.

Em maio de 2004 o Ministério da Saúde lançou a - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher - Princípios e Diretrizes, construída a partir da proposição do SUS, respeitando as características da nova política de saúde.

Na análise preliminar foram considerados os dados obtidos por intermédio dos estudos e pesquisas promovidos pela Área Técnica de Saúde da Mulher para avaliar as linhas de ação desenvolvidas, tendo destaque o Balanço das Ações de Saúde da Mulher 1998-2002, o Estudo da Mortalidade de Mulheres em Idade Fértil, a Avaliação do Programa de Humanização do Pré-natal e Nascimento, a Avaliação dos Centros de Parto Normal e a Avaliação da Estratégia de Distribuição de Métodos Anticoncepcionais.

Em seguida, a Área Técnica buscou a parceria dos diferentes departamentos, coordenações e comissões do Ministério da Saúde. Incorporou as contribuições do movimento de mulheres, do movimento de mulheres negras e de trabalhadoras rurais, sociedades científicas, pesquisadores e estudiosos da área, organizações não governamentais, gestores do SUS e agências de cooperação internacional. Por fim, submeteu a referida Política à apreciação da Comissão Intersetorial da Mulher, do Conselho Nacional de Saúde.

Em julho de 2005 com a posse do então Secretário de Atenção à Saúde e hoje Ministro, Dr. José Gomes Temporão, foram operacionalizadas as ações previstas no Plano de Ação construído e legitimado por diversos setores da sociedade e pelas instâncias de controle social do Sistema Único de Saúde (SUS).

Destacamos que o Sistema Único de Saúde tem três níveis de direção, quais sejam: federal, estadual e municipal. Tendo o nível federal, principalmente, as atribuições de formular, avaliar e apoiar políticas; normalizar ações; prestar cooperação técnica aos Estados, ao Distrito Federal e municípios; e controlar, avaliar as ações e os serviços, respeitadas as competências dos demais níveis. A direção estadual do SUS tem como principais atribuições promover a descentralização de serviços; executar ações e procedimentos de forma complementar aos municípios; prestar apoio técnico e financeiro aos municípios. À direção municipal do SUS compete, principalmente, a execução, controle, avaliação das ações e serviços das ações de saúde.



SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DENTRO DO PAISM

Função administrativas

Função assistênciais

Funções educativas

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA FUNÇÃO ADMINISTRATIVA

Coordenação da unidade

Planejamento das ações de enfermagem

Supervisão das ações programadas

Avaliação das ações e dos funcionários que as executam

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA FUNÇÃO ASSISTÊNCIAL

Prestar assitência à mulher em idade fértil, sejam adolescentes ou adultas.

.Acolhimento

.Consulta de Enfermagem

.Colheta de dados e exame das mamas

.Tratamento de infecções vaginais

.Referências para outros profissionais e serviços

.Prevenção das DST e AIDS

.Planejamento familiar

.Ações de vigilãncia e saúde

Prestar assistência de enfermagem à mulher no período grávido -puerperal .

.Diagnóstico precoce da gravidez

.Matricula pré-natal

.Consultas subsequentes

.Revisão puerperal , aleitamento materno

.Métodos contraceptivos

.Prevenção de câncer cérvico - uterino e mamário

Prestar assistência à mulher no climatério.

.Atividades em grupos

.Orientação quanto a atividade física e intelectual

.Orientação quanto ao uso de medicação e exames solicitados

.Orientação nutricional

.Registro individual quanto dos aspectos físicos e emocionais

Prestar assistência à mulher vitima de violência sexual e doméstica.

.Apoio psicológico

.Encaminhamento a serviços de referência

.Estimular denúncia à autoridade policial

.Atendimento privativo

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA FUNÇÃO EDUCATIVA

População : individual e grupos

Funcionários: reciclagem



O enfermeiro é um profissional qualificado para o atendimento à mulher e precisa ampliar a sua atuação neste programa. Ele tem um papel muito importante na área educativa, de prevenção e promoção da saúde da mulher.
Ele é o principal agente da humanização.
Fonte:

sábado, 3 de abril de 2010

SONDA VESICAL DE DEMORA FEMININA E MASCULINA

Sonda vesical feminina
video
Sonda vesical masculina



 
1-Finalidade:
 




Introdução de um cateter pela uretra até a bexiga com fim de diagnóstico ou tratamento.





2-Indicação e contra indicação:





Indicação: drenagem vesical por obstrução crônica, disfunção vesical (bexiga neurogênica), drenagem vesical após cirurgias urológicas e pélvicas, medida de diurese em pacientes graves, assegurar a higiene perineal e o conforto de pacientes incontinentes de urina e comatosos.
 

Contraindicação: obstrução mecânica do canal uretral, infecção do trato urinário baixo.
 




3-Responsabilidade:
 
Enfermeiro




4-Risco e pontos criticos:
 
 



 

Trauma de meato urinário;
Infecções urinárias e infecções hospitalares.




 5-Materiais:
 
Bandeja de cateterismo vesical




Sonda Foley
Bolsa coletora sistema fechado
PVPI tópico, gel hidrossolúvel (xilocaina )
Luvas de procedimento 
Luva esteril
Ampolas de água destilada
Biombo
Seringa 20 ml e 10 ml
Agulha 40 x 12
Micropore ou esparadrapo
Compressa gaze ( 3 pacotes )
 

6-Descrição da técnica  



Ação de Enfermagem  e justificativa
 

 
01- Conferir a prescrição médica;
Evitar erros
 




02- Reunir o material e levar até o paciente;




 
03- Explicar o procedimento ao paciente;




Reduzir ansiedade e propiciar cooperação
 
04- Promover a privacidade do paciente;
Mostrar respeito pela dignidade do paciente
 
05- Higienizar as mãos;






Reduzir transmissão de microrganismos


 
 06- Posicionar o paciente:
A. feminino: posição dorsal (supino com joelhos flexionados).
B. masculino: posição supina com as coxas levemente contraídas.
 
Permitir facilidade de acesso e visualização




07-Calçar luvas de procedimento e realizar a higiene íntima rigorosa com água e sabão (se paciente dependente). Orientar a higienização prévia a pacientes independentes;


Prevenir a contaminação por agentes microbianos;




8-Retirar luvas de procedimento e higienizar as mãos;





09- Abrir a bandeja de cateterismo e adicionar os materiais descartáveis (sonda de Foley, seringas, agulhas, gaze estéril e sistema coletor fechado) dentro da técnica asséptica;
 


Manipular material esterilizado sem contaminação
 
10- Calçar luvas estéreis (2 pares);
Reduzir transmissão de microrganismos


11-Adaptar a sonda de Foley ao coletor de urina sistema fechado;




Prevenir contaminação do sistema
 




12- Com auxílio de um colega, colocar gel hidrossolúvel na seringa de 20ml (se paciente masculino) e colocar água destilada em seringa de 10ml;
Facilitar a organização e agilizar o procedimento




'3- Testar o cuff (balonete) com a seringa de 10ml com água destilada;



Verificar a integridade do balão;
14- realizar antissepsia do meato uretral:


A. feminino:
(1) com a mão não dominante, retrair os grandes lábios e manter a posição ao longo do procedimento.

Visualização total do meato uretral. Retração total previne a contaminação do meato uretral durante a



limpeza.







(2) usando pinça na mão dominante esterilizada, pegar gazes estéreis sasturadas com solução antisséptica e limpar a área do períneo, limpando da frente para trás do clitóris na direção do ânus. Com uma nova gaze para cada área, limpar ao longo da dobra dos grandes lábios, perto da dobra dos grandes lábios e diretamente sobre o centro do meato uretral.

A limpeza reduz o número de microrganismos no meato uretral.





B. masculino:
(1) recolher o prepúcio com a mão não dominante, segurar o pênis abaixo da glande. Manter a mão não dominante na posição ao longo do procedimento.

(2) com a mão dominante, pegar uma gaze com a pinça e limpar o pênis. Fazer movimento circular do meato uretral para baixo até a base da glande. Repetir a limpeza três vezes, usando uma gaze limpa a cada vez.







A limpeza reduz o número de microrganismos no meato uretral.
15- Retirar o primeiro par de luva estéril usado na antissepsia;
16- Posicionar o campo fenestrado sobre a genitália;
17- Lubrificar a sonda com xilocaína. No homem, poderá ser injetado o lubrificante diretamente na uretra através de seringa de 20 ml.
Reduzir a fricção e a possível irritação quando da inserção da sonda;





18- Introduzir a sonda delicadamente no meato uretral até observar a drenagem de urina. Quando masculino, levantar o pênis na posição perpendicular ao corpo do paciente;
O pênis devidamente posicionado facilita a inserção do cateter;
19- Insuflar o balonete com água destilada, observando o volume marcado na sonda;
Manter a extremidade distal da sonda no interior da bexiga;
20-Tracionar vagarosamente a sonda e fixar na parte interna da coxa (mulher) e área suprapúbica (homem);






Evitar possível tensão no trígono urogenital (mulher) e tensão uretral na junção penescrotal (homem);




21- Não esquecer de reposicionar o prepúcio e remover o excesso de anti-séptico da área meatal;
O reposicionamento evita constrição do prepúcio atrás da glande do pênis – parafimose. A remoção do excesso de antisséptico impede a irritação do tecido pelo contato prolongado com o antisséptico;

22- Prender o coletor na parte inferior da cama após colocar a data, hora e nome do funcionário;


Evitar refluxo de urina da bolsa para a bexiga
23-Auxiliar o paciente a ficar numa posição confortável. Lave e seque a área perineal conforme for necessário;
Manter conforto e segurança






24- Encaminhar o material utilizado ao expurgo;






25- Retirar luvas e higienizar as mãos;
Reduzir transmissão de microrganismos
26- Checar o procedimento;
Informar que a ação foi realizada
27- Realizar as anotações de enfermagem no prontuário
Documentar o cuidado e subsidiar o tratamento; Artigos 71 e 72 do Código de Ética dos Profissionais
de Enfermagem (Responsabilidades e Deveres).






7-Recomendações
Em pacientes acamados, com sonda vesical, deve-se fazer higiene íntima após cada evacuação.


Sondas utilizadas para cateterismo vesical: em adolescentes (nº 10 ou 12), em adultos (nº 14 ou 16), em gestantes (nº 14) e sonda de alivio (nº 10 ou 12).

Em alguns casos de retenção urinária pode ser colocada bolsa de água morna ou compressas na região suprapúbica.

Observar e anotar o volume urinário, cor e o aspecto.


Desinsuflar o balão na retirada da sonda vesical, observar e anotar a primeira micção espontânea.


O sistema de drenagem deve ser obrigatoriamente “fechado” e trocado toda a vez que for manipulado


inadequadamente. Não há um intervalo ideal preconizado para a troca da sonda, mas recomenda-se a sua retirada precocemente.

Não abrir o sistema de drenagem, para realizar coleta de exames.

Indicações para troca do cateter e sistema coletor: obstrução, presença de grande quantidade de resíduos no sistema, presença de incrustações visíveis e urina com aspecto purulento, febre de origem
não determinada sem outra causa reconhecida, desconexão acidental ou ruptura, violação e contaminação do sistema por técnica inapropriada na instalação e manuseio.


Retirada da sonda vesical de demora, diminui a incidência de infecção urinaria.

Não realizar lavagem da sonda vesical sem recomendação médica.


Os coletores de urina devem ser esvaziados a cada 6 horas e nunca devem ser posicionados em um nível acima do púbis;
Realizar higiene perineal com água e sabão, e do meato uretral, pelo menos 2X ao dia.





Fonte:

1.ARCHER, Elizabeth et al.

Procedimentos e protocolos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

2.ATKINSON, Leslie D.; MURRAY, Mary Ellen.
 


Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

3.BRASÍLIA. Secretaria de Estado de Saúde. Núcleo de Prevenção à Infecção Hospitalar.

Manual de recomendações de prevenção e controle das infecções em estabelecimentos de saúde Brasília, 2005.


4.CARMAGNANI, Maria I. S. et al.

Procedimentos de enfermagem: guia prático. Rio de Janeiro: Guanabara








 

 







 







 
 
 
 
 
 

 
 










 
 

 




 

 
 
 
 
 

 
 








 
 





 
 

  
 








 



 







 

 
 


 


 

 



 


 



 
 







 

 

 

 
 

 
 








 

 







 
 



 
 



 
 
 

 
 
 
















 









 

 

 
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