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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

HIPERTIREOIDISMO E HIPOTIREOIDISMO

Galera, esse link é muito legal, vc entenderá melhor o que é a tireóide.



A tireóide é uma glândula endócrina muito importante para o funcionamento harmônico do organismo. Os hormônios liberados por ela, T4 e T3 estimulam o metabolismo, isto é, o conjunto de reações necessárias para garantir todos os processos bioquímicos do organismo.

Os principais distúrbios da tireóide são hipotireoidismo, a baixa ou nenhuma produção de hormônios, e o hipertireoidismo, a produção excessiva de hormônios, doença que são mais constantes nas mulheres do que nos homens.

Sintoma da hipotireoidismo: cansaço, depressão, adinamia, pele seca e fria, prisão de ventre, diminuição da frequência cardíaca, decréscimo da atividade cerebral, voz mais grossa como a de um disco em baixa rotação, mixedema, diminuição de apetite, sonolência, reflexos mais vagarosos, intolerância ao frio e alterações menstruais e na potência e libido dos homens.

Sintomas do hipertireoidismo: hiperativação do metabolismo, nervosismo e irritação, insônia, aumento da frequência cardíaca, intolerância ao calor, sudorose abundante, taquicardia, perda de peso resultante de queima de músculos e proteínas, tremores, olhos saltados, bócio e comprometimento da capacidade de tomar decisões equilibradas.

As causas do hipotireoidismo, a Tireoidite de Hashimoto, é uma doença auto-imune que provoca a redução gradativa da glândula; falta ou excesso de iodo na dieta.

Já o hipertireoidismo, que é uma doença grave e hereditária que se caracteriza pela presença de um anticorpo no sangue que estimula a produção excessiva dos hormônios tireoidianos; bócio com nódulos que produzem hormônios tireoidianos sem a interferência do TSH, hormônio produzido pela hipófise.

O tratamento dos dois casos deve ser introduzido assim que o problema for constatado e depende da avaliação das causas da doença em cada paciente.

No caso do hipotireoidismo, é preciso começar de preferência na fase subclínica com a reposição do hormônio tireoxina que a tireóide deixou de produzir. Na maioria dos casos a doença não regride, e os medicamentos devem ser tomados por toda a vida, porém os resultados são muito bons.

No hipertireoidismo, o tratamento pode incluir medicamentos, iodo radioativo e cirurgia, porém depende das características e causas da doença. O tratamento devem começar logo e ser prescrito principalmente na terceira idade a fim de evitar a ocorrência de arritmias cardíacas, hipertensão, fibrilação, infarto e osteoporose.


Fonte:

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO


O infarto agudo do miocárdio (IAM), conhecido popularmente como infarto do coração, enfarte ou ataque cardíaco, é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

Muitas delas morrem ou têm problemas cardiológicos permanentes por não buscarem socorro médico de forma rápida. Atualmente existem excelentes tratamentos para o infarto agudo do miocárdio, que podem salvar vidas e prevenir incapacidades físicas. No entanto, o tratamento é mais efetivo quando iniciado dentro da primeira hora de início dos sintomas. Por isto, é tão importante reconhecer um episódio de infarto





O que é infarto agudo do miocárdio?

Conceito: infarto agudo do miocárdio se refere à morte de parte do músculo cardíaco (miocárdio), que ocorre de forma rápida (ou aguda) devido à obstrução do fluxo sanguíneo das artérias coronárias para o coração.


Causas do infarto agudo do miocárdio


Trata-se de uma doença onde há a deposição de placas de gordura por dentro das paredes das artérias coronárias (as artérias coronárias são vasos sanguíneos que irrigam o coração).

Quando estas placas de gordura causam obstrução ao fluxo sanguíneo das coronárias para o coração, o músculo cardíaco sofre pela falta de sangue/oxigênio e começa a morrer. Por isso, o tratamento deve ser feito rapidamente, no sentido de desobstruir as artérias coronárias e evitar a morte do músculo cardíaco.


Outra causa relacionada ao infarto agudo do miocárdio é a ocorrência de um severo espasmo coronariano. O espasmo coronariano se refere ao colabamento das paredes das artérias coronárias, impedindo o fluxo sanguíneo ao coração. Embora não se saiba ao certo o que causa o espasmo das artérias coronárias, muitas vezes esta condição está relacionada a:


•Uso de determinadas drogas, como a cocaína.

•Dor intensa ou estresse emocional.

•Exposição ao frio extremo.

•Hábito de fumar cigarro.


Fatores de risco para o infarto agudo do miocárdio


Alguns fatores de risco podem aumentar as chances de desenvolver uma doença arterial coronariana (DAC) e ter um infarto do coração. Alguns fatores de risco podem ser controlados, outros não:


Os fatores de risco que podem ser controlados são os seguintes:

•Tabagismo ou hábito de fumar.

•Hipertensão arterial.

•Colesterol alto.

•Sobrepeso e obesidade.

•Sedentarismo (indivíduo que não pratica atividades físicas).

•Diabetes Mellitus (glicose aumentada no sangue).

Os fatores de risco que não podem ser mudados ou controlados são os seguintes:



•Idade: o risco aumenta para homens acima de 45 anos ou para mulheres acima de 55 anos (ou após a menopausa).

•História familiar de doença arterial coronariana (DAC): O risco aumenta se o pai ou um irmão foi diagnosticado com DAC antes de 55 anos de idade, ou a sua mãe ou uma irmã foi diagnosticada com DAC antes de 65 anos de idade.

Sintomas do infarto agudo do miocárdio

Nem todas as pessoas têm dor no peito de forma intensa e aguda como mostra a TV e os Cinemas. Os sinais e sintomas do infarto podem variar de pessoa para pessoa.

Dentre os sintomas mais comuns, podemos citar:

•Dor no peito ou desconforto torácico: são os sintomas mais comuns do infarto. A dor ou desconforto ocorrem geralmente no centro do peito, com características do tipo pressão ou aperto, de grau moderado a intenso. Geralmente, a dor pode durar por vários minutos ou parar e voltar novamente. Em alguns casos, a dor do infarto pode parecer com um tipo de indigestão, queimação no estômago ou azia.

Outros sintomas observados durante um infarto são:

•Sensação de desconforto nos ombros, braços, dorso (costas), pescoço, mandíbula ou no estômago. Algumas pessoas podem ainda sentir uma sensação de dor tipo aperto nos braços e sensação de incômodo na língua ou no queixo.

•Palidez da pele, suor frio pelo corpo, inquietação, palpitações e respiração curta também podem ocorrer.

•Pode haver também náuseas, vômitos, tonturas, confusão mental e desmaios

Diagnóstico do infarto agudo do miocárdio

O diagnóstico é feito pela análise dos sintomas, histórico de doenças pessoais e de familiares, e pelos resultados de exames solicitados. Abaixo segue uma lista de exames para diagnóstico do infarto agudo do miocárdio:

•Eletrocardiograma (ECG): na presença de um infarto, geralmente há alterações no eletrocardiograma que o identifica. Este exame pode mostrar também a presença de arritmias cardíacas causadas pelo próprio infarto.

•Dosagem de enzimas cardíacas: quando as células do músculo cardíaco começam a morrer, há a liberação de uma grande quantidade de enzimas cardíacas na circulação sanguínea. Por isso faz-se a dosagem dessas enzimas para diagnosticar o infarto. Muitas fezes são feitas várias dosagens no decorrer do dia para melhor avaliação e diagnóstico. As enzimas mais pesquisadas são a Troponina, CK-Total, CK-MB, Mioglobina TGO e LDH.

•Angiografia coronariana: consiste na passagem de um cateter através de um vaso sanguíneo (cateterismo), que visa mapear e estudar a circulação coronariana do coração. Caso este procedimento identifique uma obstrução coronariana, pode se feita uma angioplastia no mesmo momento para desobstruir a coronária e restaurar o fluxo sanguíneo normal para o coração. Algumas vezes, durante a angioplastia, pode ser necessária a colocação de um “stent” (um pequeno tubo em forma de mola) para manter a artéria coronária aberta e desobstruída.

Tratamento do infarto agudo do miocárdio  

O tratamento precoce pode prevenir e limitar os danos causados ao músculo cardíaco. O importante é agir rápido diante dos primeiros sintomas de infarto agudo do miocárdio, procurando um atendimento médico prontamente.

Alguns tratamentos são iniciados pelo médico diante da primeira suspeita de infarto do miocárdio, mesmo antes do diagnóstico ser confirmado definitivamente. São eles:

•Inalação de oxigênio, para melhor oxigenação no músculo cardíaco.

•Aspirina, para prevenir formação de trombos ou coágulos sanguíneos.

•Nitroglicerina: trata-se de um medicamento utilizado para reduzir a sobrecarga de trabalho do coração e melhorar o fluxo de sangue pelas artérias coronarianas.

•Tratamento da dor torácica com analgésicos. A presença da dor pode piorar um quadro de infarto agudo do miocárdio.

Uma vez feito o diagnóstico de infarto do miocárdio (ou quando a suspeita é muito forte) são iniciados tratamentos mais específicos para tentar restaurar fluxo sanguíneo para o coração o mais rápido possível. Os tratamentos incluem medicamentos e procedimentos médicos.

Os medicamentos mais utilizados pelos médicos são:

•Trombolíticos: medicações que dissolvem o trombo ou coágulo no interior das coronárias.

•Beta-bloqueadores: diminuem a sobrecarga do coração.

•Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA): controlam a pressão arterial e reduzem a tensão do músculo cardíaco.

•Anticoagulantes: previnem a formação de trombos ou coágulos.

•Antiagregantes plaquetários: também previnem a formação de trombos.

•Outras medicações para reduzir a dor, ansiedade ou tratar arritmias.

Quando as medicações não conseguem parar o processo de infarto, são necessários procedimentos médicos para melhor tratamento. Os procedimentos mais utilizados para desobstruir as coronárias são a angioplastia e procedimentos do tipo ponte de safena (a safena é uma veia da perna que é transplantada para o coração no lugar da artéria coronária obstruída). Este procedimento de transplante de vasos sanguíneos para substituir a artéria coronária, que está obstruída, pode ser feito também com artérias mamárias (do tórax) e artérias radiais (dos antebraços).

Diante do que foi exposto, todo tratamento deve ser prescrito e acompanhado por médicos, de preferência em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

 Prevenção do infarto agudo do miocárdio

A prevenção baseia-se em um maior controle e tratamento dos fatores de risco listados anteriormente, bem como adotar hábitos de vida mais saudáveis.


Dentre as principais recomendações, podemos citar:

•Seguir uma dieta balanceada, rica em frutas e verduras. Com baixa quantidade de gorduras e sal.

•Perder peso, em caso de obesidade ou sobrepeso.

•Parar de fumar.

•Praticar atividades físicas regularmente, sob orientação médica.

•Tratar adequadamente doenças como o colesterol alto, hipertensão arterial e diabetes mellitus.


As doenças cardiovasculares, dentre elas o infarto agudo do miocárdio, são as principais causas de morte no Brasil. Segundo dados do DATASUS, cerca de 66.000 pessoas morrem todos os anos devido ao infarto do coração em nosso país. Cerca de 60% dos óbitos por infarto acontecem na primeira hora após o início dos sintomas. Diante disto, vale à pena ressaltar que o rápido reconhecimento dos sintomas, bem como o pronto atendimento médico são de fundamental importância para um melhor tratamento desta doença bem como para evitar complicações e mortes prematuras.


CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Repouso absoluto no leito evitando movimentos bruscos;


- Oxigenioterapia (Constante, umidificado)

- Verificar sinais vitais de 2 em 2 horas (observando alterações nos mesmos, arritmias ou choque cardiogênico);

- Controle hídrico rigoroso (evitar sobrecarga cardíaca);

- Prestar cuidados de higiene no leito;

- Administrar medicamentos prescritos;

- Manter ambiente tranqüilo;

- Orientar os familiares a evitarem conversas excessivas e assuntos desagradáveis;

- Oferecer dieta leve, hipossódica e hipolipédica;

- Orientar o paciente para a alta;

- Evitar alimentos ricos em carboidratos e gorduras, bebidas alcoólicas, fumo e café;

- Repouso relativo: nas 1º 8 -12 semanas, retomando gradativamente à vida normal;

- Manter a tranqüilidade emocional, equilíbrio entre sono, repouso e atividades física evitando excessos;

- Procurar o hospital se ocorrerem sintomas de recidiva;

Fonte:


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

HANSENÍASE




O que é?

A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado Mycobacterium leprae. Não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.

Qual o microrganismo envolvido?

Mycobacterium leprae – um parasita intracelular que apresenta afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos.

Sinais e sintomas

- Sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades;

- manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato;

- áreas da pele aparentemente normais que têm alteração da sensibilidade e da secreção de suor;

- caroços e placas em qualquer local do corpo;

- diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos).

Como se transmite?

Os pacientes sem tratamento eliminam os bacilos através do aparelho respiratório superior (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro). O paciente em tratamento regular ou que já recebeu alta não transmite. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolvem a doença. Somente um pequeno percentual, em torno de 5% de pessoas, adoecem. Fatores ligados à genética humana são responsáveis pela resistência (não adoecem) ou suscetibilidade (adoecem). O período de incubação da doença é bastante longo, variando de três a cinco anos.

Como tratar?

A hanseníase tem cura. O tratamento é feito nas unidades de saúde e é gratuito. A cura é mais fácil e rápida quanto mais precoce for o diagnóstico. O tratamento é via oral, constituído pela associação de dois ou três medicamentos e é denominado poliquimioterapia.

Como se prevenir?

É importante que se divulgue junto à população os sinais e sintomas da doença e a existência de tratamento e cura, através de todos os meios de comunicação. A prevenção baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.

 
Fonte:
http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/61hanseniase.html
http://www.youtube.com/watch?v=6QOuQNYQ4ZM




domingo, 2 de janeiro de 2011

LEPTOSPIROSE




O que é?

É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos e outros animais, transmitida ao homem principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.

Quais os sintomas?

Os mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe e a dengue. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer vômitos, diarréia e tosse. Nas formas mais graves geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.

Como se transmite?

Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. As leptospiras presentes na água penetram no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. O contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de ratos também podem facilitar a transmissão da leptospirose. Veterinários e tratadores de animais podem adquirir a doença pelo contato com a urina de animais doentes ou convalescentes.

Como tratar?

O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte,orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam ser internados. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.

Como se prevenir?

Para o controle da leptospirose, são necessárias medidas ligadas ao meio ambiente, tais como obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto), melhorias nas habitações humanas e o combate aos ratos.

Deve-se evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos. Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).

O hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.

Dentre as medidas de combate aos ratos, deve-se destacar o acondicionamento e destino adequado do lixo e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d´água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.

A pessoa que apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, deve procurar imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. A leptospirose é uma doença curável, para a qual o diagnóstico e o tratamento precoces são a melhor solução.


Fonte
:http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/86lepto.html
 
 

sábado, 1 de janeiro de 2011

TUBERCULOSE




O que é?

Doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas, também pode ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

Qual a causa?

Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK). Outras espécies de micobactérias também podem causar a tuberculose. São elas: Mycobacterium bovis, africanum e microti.

Quais os sintomas?

Alguns pacientes não exibem nenhum indício da doença, outros apresentam sintomas aparentemente simples que são ignorados durante alguns anos (ou meses). Contudo, na maioria dos infectados, os sinais e sintomas mais freqüentemente descritos são tosse seca contínua no início, depois com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza; e prostração. Os casos graves apresentam dificuldade na respiração; eliminação de grande quantidade de sangue, colapso do pulmão e acumulo de pus na pleura (membrana que reveste o pulmão) - se houver comprometimento dessa membrana, pode ocorrer dor torácica.


Como se transmite?

A transmissão é direta, de pessoa a pessoa, portanto, a aglomeração de pessoas é o principal fator de transmissão. O doente expele, ao falar, espirrar ou tossir, pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso e podem ser aspiradas por outro indivíduo contaminando-o. Má alimentação, falta de higiene, tabagismo, alcoolismo ou qualquer outro fator que gere baixa resistência orgânica, também favorece o estabelecimento da doença.

Como tratar?

O tratamento à base de antibióticos é 100%, no entanto, não pode haver abandono. A cura leva seis meses, mas muitas vezes o paciente não recebe o devido esclarecimento e acaba desistindo antes do tempo. Para evitar o abandono do tratamento é importante que o paciente seja acompanhado por equipes com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e visitadores devidamente preparados.

Como se prevenir?

Para prevenir a doença é necessário imunizar as crianças com a vacina BCG. Crianças soropositivas ou recém-nascidas que apresentam sinais ou sintomas de Aids não devem receber a vacina. A prevenção inclui evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, e não utilizar objetos de pessoas contaminadas.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM

1. Manter

Precauções para vias areas nas formas pulmonar e laringea, nas demais formas é preconizada somente preccaução básica.

2. Colher e verificar resultado

Escarro para exame laboratorial, o mais rápido possível, nas suspeita de tuberculose pulmonar ou laríngea.

3. Observar e anotar

Nível de consciência;
Padrão respiratório ineficaz;
Tosse/ espectoração
Sudorese;
Intolerância medicamentosa;
Náusea/vômito;
Queixas álgicas;
Diarréia;
Grau de orientação;
Sonolência;
Rigidez de nuca;
Cefaléia.

4. Verificar e anotar

Peso diário

5. Orientar

Cuidado com os comunicantes, providenciando acompanhamento;
Importância para adesão no tratamento.


Fonte:
Manual de vigilância epidemiológica- Ministério da Saúde, 1984.


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